O dramaturgo irlandês George Bernard Shaw, já dizia que: O ódio é a vingança do covarde. Pois bem, o vereador Renan de Romualdo se encaixa nisso, assim como uma luva, nessa frase.

No intuito de querer ‘arrancar’ de qualquer jeito o prefeito Ednaldo Ribeiro da cadeira de prefeito, hoje ele se vê numa colocação humilhante.
Sem beira, nem eira, o vereador e candidato a prefeito pelo Avante, vê se esvaindo pela suas próprias mãos a cadeira na Câmara de Vereadores e seu protagonismo político.
O ‘pivete’ da Rua da Mata, sonhou, mas não conseguiu concretizar sua vingança contra os Ribeiro.
Empato tecnicamente com o último colocado nas pesquisas a prefeitura de Cruz das Almas, seu grupo político se resume a uma meia dúzia de inexpressivos candidatos a vereadores e um grande ilusionismo.
Sem esperança, nem perspectiva, Renan de Romualdo se vê sozinho, atoa e sem norte.
Suas mentiras, ludibriacões e enganações que fizeram com que pessoas inocentes acreditasse nele, hoje a natureza lhe mandou a fatura com juros e correções.
Hoje, Renan, equivale a um zero à esquerda, sem valor algum, sem força política e sem confiança no meio político e principalmente no eleitorado.
O nobre parlamentar, que de enrolação a enrolação conquistou três mandatos, hoje luta incansavelmente para eleger sua esposa. Uma missão quase impossível.
Uma coisa é fato, quem trai, um dia paga. E Renan não simplesmente pagará sua dívida política, será excretado da vida pública.
Parafraseando o pacato cidadão, Silvestre Caldas, quando a esperteza é grande demais, se transforma em um mostro e come o dono.
Renan, sai da política, pela mesma porta que entrou. A do fundo.
Que triste fim, mas afinal nós somos frutos de nossas ações e consequências.
Adeus Renan!